O Texto abaixo faz parte de uma iniciativa do pastor Gaspar de Souza para os boletins da Igreja Presbiteriana dos Guararapes. Como fizemos nos últimos anos com o Breve Catecismo de Westminster, comentando, adaptando comentário ou transcrevendo comentários, agora faremos o mesmo com o Catecismo de Heidelberg.
Este Catecismo é considerado um dos mais robustos e firmes documentos teológicos da Reforma Protestante, possuindo uma síntese da Fé Cristã e uma forte expressão calvinista.
Numa época de superficialidade bíblica, com inovações doutrinárias e litúrgicas, de ignorância da fé cristã histórica - motivo por que tantas bobagens têm acontecido no meio evangélico - o resgate e o aprendizado do Catecismo se faz fundamental como guia para estudo sério e aprofundado das Escrituras, bem como preparação dos "novos convertidos" e reciclagem dos "antigos convertidos".
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DOMINGO 1 - Pergunta 1. Qual é o seu único conforto, na vida e na morte?
Resposta: O meu único conforto é meu fiel Salvador Jesus Cristo (1Co 3:23; Tt 2:14). A Ele pertenço, em corpo e alma, na vida e na morte (Rm 14:8; 1Ts 5:9,10.) , e não pertenço a mim mesmo (1Co 6:19,20). Com seu precioso sangue Ele pagou (1Pe 1:18,19; 1Jo 1:7; 1Jo 2:2,12) por todos os meus pecados e me libertou de todo o domínio do diabo (Jo 8:34-36; Hb 2:14,15; 1Jo 3:8). Agora Ele me protege de tal maneira (Jo 6:39; Jo 10:27-30; 2Ts 3:3; 1Pe 1:5) que, sem a vontade do meu Pai do céu, não perderei nem um fio de cabelo (Mt 10:29,30; Lc 21:18). Além disto, tudo coopera para o meu bem (Rm 8:28.). Por isso, pelo Espírito Santo, Ele também me garante a vida eterna (Rm 8:16; 2Co 1:22; 2Co 5:5; Ef 1:13,14) e me torna disposto a viver para Ele, daqui em diante, de todo o coração (Rm 8:14; 1Jo 3:3).
Breve Comentário
Nesta primeira pergunta do Catecismo de Heidelberg têm-se proposições sobre a vida Cristã que são completamente esquecidas hoje. Diferente de outros Catecismos, o de Heidelberg inicia com a segurança do fiel no mundo caído. Algumas ideias subjazem esta pergunta:
1) Somos propriedades de Deus nesta vida e na eternidade. Não pertencemos a nós mesmos. Com isto estamos afirmando que o Ser Humano possui valor por ser obra de Deus. Não há nada no Ser Humano – corpo, alma, vida e morte – que esteja sob o domínio do Homem. Para o Cristão o fator se estende para a obra sacrificial de Jesus Cristo. Eles foram comprados pelo sangue de Jesus Cristo, tendo todos os seus pecados perdoados e não mais sujeitos ao domínio do Diabo.
2) Que mesmo pertencendo a Jesus Cristo, o Cristão não está livre das tribulações desta vida. Antes, mesmo em um mundo caótico, Jesus Cristo protege os seus que, sem a vontade do Pai Celestial, nenhum cabelo dos eleitos cairá. Então perceba que a primeira parte da pergunta consolida a segunda e terceira partes: por pertencermos a Jesus Cristo, temos sua proteção; que se um “fio de cabelo” nosso cai é porque isto cooperará para o meu bem. Isto nos leva a:
3) tudo coopera para o bem daqueles que pertencem a Deus. Quando Paulo recebeu um espinho na carne, um mensageiro de satanás para o esbofetear, o objetivo era para que Paulo não ficasse orgulho pelas visões que teve. Quando Paulo esteve preso em Roma, ele disse: “E quero, irmãos, que saibais as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho; de maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana, e por todos os demais lugares; e muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor”(Fil. 1. 12 – 14). Veja que as prisões de Paulo redundaram em benefício para a proclamação do Evangelho salvando os Eleitos da casa de César (Cf. Fil. 4. 22).
4) Como sinal deste conforto, Jesus Cristo nos deu o seu Espírito Santo como garantia de suas promessas, principalmente a promessa da vida eterna. Também o Espírito Santo nos capacita a viver de modo santo, nos dispondo a amar ao Senhor com todo o nosso ser.
Se você notar, a primeira pergunta do Catecismo de Heidelberg possui uma resposta Trinitária. Não há nada na resposta que sugira que são os Eleitos que têm poder sobre si mesmos. Antes, desde a vida, existência e até a morte entrando na eternidade, é o Deus Triúno quem começa e termina a boa obra na vida dos Eleitos. O Pai, Filho e Espírito Santo operam juntos para garantir uma jornada esperançosa para cada eleito até o dia em que Ele nos tomará para si mesmo. Você quer mais consolo do que este?
Postado por Gaspar de Souza
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
O DEUS TRIÚNO – NOSSO CONFORTO
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Tim Conway - O inferno é necessário?
Tim Conway - O inferno é necessário? from Portal Testemunho on Vimeo.
O RELATIVISMO TEM ADENTRADO A IGREJA E FEITO UM ESTRAGO ENORME NO MODO DE VIVER DOS CRENTES MODERNOS. ASSUNTOS BÍBLICOS DESAFIADORES TEM SIDO DEIXADOS DE LADO PARA NÃO INCOMODAR OS OUVINTES. COM ISSO A BÍBLIA SE TORNA NUM PACOTE DE RETALHOS QUE BUSCA A GLÓRIA HUMANA E NÃO A DE DEUS. TER UMA COMPREENSÃO CORRETA DO CÉU É GLORIOSO ASSIM COMO A VISÃO CORRETA DO INFERNO. O INFERNO É REAL E NÃO PODEMOS FALAR O QUE A BÍBLIA NÃO FALA E NEM SE OMITIR DE SUAS VERDADES. REFLITAM NESTA PREGAÇÃO COM TEMOR E TREMOR.
domingo, 12 de dezembro de 2010
O Lugar do Espírito Santo na Trindade por John Piper
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
NO FINAL DE TUDO
PAULO DISSE: TODOS ME ABANDONARAM... A HISTÓRIA BÍBLICA ESTA AÍ PARA NOS ADVERTIR DE BUSCAR E CONFIAR E DEPENDER SOLUS CHRISTOS. QUANTOS PASTORES, PROFESSORES DE SEMINÁRIOS, DE ESCOLA DOMINICAL, ESTÃO HOJE ESQUECIDOS POR SEUS ALUNOS E OVELHAS ANTIGAS, ESTÃO FORA DAS PROGRAMAÇÕES, ESTÃO DE ESCANTEIO. AINDA BEM QUE DEUS NOS TEM GRAVADO NAS PALMAS DE SUAS MÃOS. QUE CRISTO ESTA CONOSCO TODOS OS DIAS ATÉ... QUE O ESPÍRITO HABITA EM NÓS...
SOLI DEO GLORIA
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Homofobia x Terrorismo x Democracia
“Quanto à chamada Lei da Homofobia, que parte do princípio que toda manifestação contrária à homossexualidade é homofóbica (…), a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre a homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos”.
Repudio o pensamento politicamente correto, porque burro, e o pensamento nem-nem — aquele da turma do “nem isso nem aquilo”. Não raro, é coisa de covardes, de quem quer ficar em cima do muro. Procuro ser claro sobre qualquer assunto. Leitores habituais deste blog já me deram algumas bordoadas porque não vejo nada de mal, por exemplo, na união civil de homossexuais — que não é “casamento”. Alguns diriam que penso coisa ainda “pior”: se tiverem condições materiais e psicológicas para tanto, e não havendo heterossexuais que o façam, acho aceitável que gays adotem crianças. Minhas opiniões nascem da convicção, que considero cientificamente embasada, de que “homossexualidade não pega”, isto é, nem é transmissível nem é “curável”. Não sendo uma “opção” (se fosse, todos escolheriam ser héteros), tampouco é uma doença. Mais: não me parece que a promiscuidade seja apanágio dos gays, em que pese a face visível de certas correntes contribuir para a má fama do conjunto.
Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte Art. 4º-A:
“Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco)anos.”
“Art. 5º Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.”
“Art. 8º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”Pastores, padres, rabinos etc. estariam impedidos de coibir a manifestação de “afetividade”, ainda que os fundamentos de sua religião a condenem. O PL 122 não apenas iguala a orientação sexual a raça como também declara nulos alguns fundamentos religiosos. É o fim da picada! Aliás, dada a redação, estaríamos diante de uma situação interessante: o homossexual reprimido por um pastor, por exemplo, acusaria o religioso de homofobia, e o religioso acusaria o homossexual de discriminação religiosa, já que estaria impedido de dizer o que pensa. Um confronto de idéias e posturas que poderia ser exercido em liberdade acaba na cadeia. Mas o Ai-5 mesmo vem agora:
§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.”Não há meio-termo: uma simples pregação contra a prática homossexual pode mandar um religioso para a cadeia: crime inafiançável e imprescritível. Se for servidor público, perderá o cargo. Não poderá fazer contratos com órgãos oficiais ou fundações, pagará multa… Enfim, sua vida estará desgraçada para sempre. Afinal, alguém sempre poderá alegar que um simples sermão o expôs a uma situação “psicologicamente vexatória”. A lei é explícita: um “processo administrativo e penal terá início”, entre outras situações, se houver um simples“comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.” Não precisa nem ser o “ofendido” a reclamar: basta que uma ONG tome as suas dores.
O PL 122 é uma aberração jurídica, viola a liberdade religiosa e cria uma categoria de indivíduos especiais. À diferença de suas “boas intenções”, pode é contribuir para a discriminação, à medida que transforma os gays numa espécie de “perigo legal”. Os homossexuais nunca tiveram tanta visibilidade. Um gay assumido venceu, por exemplo, uma das jornadas do BBB. Cito o caso porque houve ampla votação popular. A “causa” está nas novelas. Programas de TV exibem abertamente o “beijo gay”. Existe preconceito? Certamente! Mas não será vencido com uma lei que acirra as contradições e as diferenças em vez de apontar para um pacto civilizado de convivência. Segundo as regras da democracia, há, sim, quem não goste dessa exposição e se mobiliza contra ela. É do jogo.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Revivendo e renovando o primeiro amor
Ouvindo as músicas de meus primeros passos na fé pude relembrar a sublimidade daqueles momentos na presença do Rei. Tudo era puro, tudo era motivo de ações de graças, tudo era céu, tudo era oração, tudo era oportunidade de evangelismo, tudo era comunhão, tudo era louvor, tudo era entrega, tudo era consagração, tudo era por Ele e para Ele…
Relembrando estas coisas vejo que preciso voltar urgentemente ao primeiro amor, não como motivo de medo ou horror do fim, mas como motivo de gratidão e alegria por Aquele que tanto nos ama.
Que fase produtiva. A palavra estava presente em tudo o que se fazia ou pensava – obra do Espírito – coisa maravilhosa. O senso da presença divina era patente. Glorias ao Deus Triúno!
Mas, como permanecer neste estado de glória? Certa criança perguntou ao seu pai: –Pai, por que os adultos param de crescer? O paradoxo do crescimento é que o conhecimento parece que traz consigo a aridez da vida. Perdemos o foco e a visão do alto. Claro que este é o lado negativo do crescimento mal ajustado, pois é vontade do Pai que cresçamos em tudo naquele que é o Cabeça, Cristo. Não perdermos a dependência do Alto é primordial para continuarmos em sintonia com a Fé; Termos a Palavra norteando os nossos atos e decisões é primordial para nosso testemunho; Estar debaixo da vontade de Deus é consequência das disciplinas espirituais. NÃO PAREMOS DE CRESCER!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Precisamos de Pais Espirituais
Muitos cristãos atualmente procuram mais ter do que ser. Suas ações buscam mais consumir os produtos que a igreja oferece, o que nem sempre é legítimo e bíblico, em detrimento de uma vida ligada à fonte e mais comprometida com sua nova natureza espiritual. Parece-me, então, que estamos diante de duas realidades pelas quais se movimentam os cristãos de nossa geração. Diante disso me pergunto: A Igreja do Senhor Jesus na terra é CONSUMO OU É CORPO? Nem tudo o que é corpo é igreja, e nem tudo o que é igreja é corpo. Mas, há que se escolher.
A Igreja Consumo: É uma igreja que tem pouca identidade de corpo. Não tem relação íntima, é inconsequente. Não conhece os mandamentos da mutualidade. É solta, sem compromisso, individualista, por isso, só consome. É uma comunidade que oferece produtos ao mercado, se preocupa com a promoção do dia e vantagens da semana. Vive de programas e eventos, para manter os consumistas cativos dos seus objetivos. É uma instituição ou clube que apenas agrada para dar satisfação momentânea. É mais aceita porque não exige mudança de vida, entretanto, cobra tudo porque está dentro da visão da “oferta e da procura”.
A Igreja Corpo: É uma igreja que vive o Corpo de Cristo. Tem experiência de novo nascimento, é regenrada e experimentou uma nova natureza. Tem compromisso de uma vida com Cristo e procura viver esta vida no poder do Senhor Jesus. Tem compromisso com a família de salvos e se relaciona para a edificação do Corpo. Luta para afirmar sua imagem no caráter de Cristo. É menos aceita porque pressupõe cabeça. Desta forma pressupõe autoridade e direção.
O crescimento da igreja no Brasil tem produzido um vazio de relacionamentos. Na medida que a igreja local cresce, aumenta a necessidade de um discipulado gerador de pais, mães e filhos espirituais.
Há, no mundo hoje, um mover de Deus para restaurar o sentido de Corpo na igreja, o sentido de família. Paralelamente há também um mover de Deus para restaurar a família, pois é notória a crise vivida pela família, o que, por sua vez, afeta a igreja. Deus quer restaurar a autoridade na família, dar-lhe direção e, por decorrência, restaurar a autoridade espiritual na igreja.
Observa-se, hoje, uma clara disfunção na família onde o homem parece ter perdido sua identidade masculina e, assim, ter perdido o sentido de cabeça. A mulher cada vez mais assume essa função, não porque ela quer, mas por causa da omissão do marido. Outro problema é que os pais foram substituídos por babás, e os filhos se perguntam: quem é meu pai? quem é minha mãe?
De igual modo percebemos uma visual disfunção na igreja atual, onde os líderes se tornaram apenas administradores e gerentes. Assim consideramos pessoas como números. Saliento que a igreja precisa de bons administradores. Os professores de bíblia que apenas informam, transmitem conhecimento intelectual. Porém não formam o caráter de Cristo nas pessoas. Não porque não queiram, mas porque este é o modelo que temos.
Da mesma maneira que precisamos de pais e mães na família, também necessitamos de pais e mães espirituais na igreja. É uma imperiosa necessidade hoje, para estabelecer vínculos duradouros e relacionamentos saudáveis.
Um dia me procurou um membro da igreja e disse: ”Pastor, eu preciso de um pai espiritual. Eu quero que o senhor seja meu pai espiritual”. Perguntei-me: ”Mas ele está sendo pastoreado! será que ele quer um tratamento vip? Como vou fazer isso com tanta gente?”
Ali estava um precioso irmão com certa liderança, sendo orientado para o ministério, cursando seminário, ganhando e discipulando almas, mas precisava de algo mais.
ESTABELECENDO A PATERNIDADE ESPIRITUAL
Creio que a paternidade espiritual nasce na grande comissão em Mateus 28.18-20. Após a ressurreição Jesus está dizendo no versículo 18 que: “Toda autoridade me foi dada no céu e na terra”, aí no verso 19 Ele dá uma ordem: “Ide, fazei discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. Estou fazendo uma nova leitura desse texto. Por muitos anos fiquei fixo nessas três palavras que hoje me parecem mais técnicas e independentes, embora necessárias: Ide, Fazer e BatizarPensando no que Jesus falou no verso 19, delegando sua autoridade aos discípulos e dizendo no verso 20 “…eis que estou convosco todos os dias…” , Ele estava agindo como Pai Espiritual, na autoridade de Pai delegada por Deus Pai. Mesmo porque, em João 20.2122, quando, após a ressurreição Ele aparece aos discípulos e diz: “Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. E havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: recebei o Espírito Santo…”.
A Igreja do Senhor Jesus Cristo é uma comunidade de relacionamentos e isso é próprio da Igreja Corpo. O desafio para nós hoje, é nos transformarmos em pais espirituais. Precisamos restaurar o conceito de paternidade, um pouco perdida no tempo. Pais que não apenas façam filhos, mas gerem vida e cuidem delas sempre, pais de tempo integral.
Na Igreja Corpo que prima por relacionamentos saudáveis, acontece o discipulado por convívio. Atos 2 registra isto. Mas não há como ser pai e mãe espiritual de todos os membros da igreja ao mesmo tempo. É preciso gerá-los, cuidá-los e treiná-los para que a igreja toda seja cuidada. O discipulado por convívio não se ensina na sala de aula somente, é convivência. Pais dão tempo aos seus filhos e não só informação. Como Jesus aos 12 discípúlos, aos 70, aos 120, e aos três mais íntimos. Precisamos de relacionamentos de fé e confiança.(texto do pastor Cláudio Espíndola, 2005).
Tenhamos humildade para solicitar ajuda quando necessitarmos! E estajamos prontos para sermos cireneus no caminho do Gólgota.